• Background Image

    News & Updates

    poesia

December 4, 2018

Papo Literário: 5 minutos com Diego Guerra

Para que esperar 2019 se podemos começar agora mesmo, em 2018? Neste dezembro, começaremos uma série imperdível de entrevistas: o Papo Literário. Todos os meses, vamos entrevistar um autor do Sweek para você conhecê-lo melhor, saber mais sobre seu processo de criação e sua trajetória. Gostou da novidade? O primeiro convidado desta coluna é Diego Guerra.

Aos 23 anos, o escritor natural de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo – hoje residente de São José do Rio Preto, também no interior – mostra sua versatilidade em diferentes gêneros. Além de seu recente livro de poesia, O Novelo do Verbo – Verso e Prosa”, ele assina diversos contos, como “Cecita”, “Os Pés de Carolina” e From Cream to Cherry” (“Do Creme à Cereja”, em tradução literal) – publicado na antologia internacional Gruesome Grotesque Vol. 3″.

Além de seu trabalho literário, Diego é estudante de Licenciatura em Letras e desenvolve pesquisa na área de Literatura Brasileira. No Sweek, começará a publicar o livro “Maculado” na próxima quinta-feira, 6 de dezembro. Confira a conversa abaixo!

Como e quando surgiu o interesse pela leitura e escrita?

Como muitos jovens da geração dos anos 1990, fui impulsionado pela leitura por meio da saga infanto-juvenil “Harry Potter”. Sim, esse foi um dos primeiros livros que tive na vida; até lá não me lembro de escrever nada muito palpável. Aliás, acho muito proveitoso a ingressão das pessoas na leitura por meio dos livros infantis ou infanto-juvenis, porque eles são incríveis e escondem mundos maravilhosos.

O meu trabalho mais significativo foi um romance que escrevi por volta de 2010 – talvez 2011… Na época, minha prima, que é professora de português, revisou meu livro enquanto passava as férias em Ribeirão Preto, minha cidade natal. Eu tinha uns 14 ou 15 anos durante o processo de escrita. Depois disso, imprimimos o livro e ela teve a ideia de enviarmos às editoras que ela conhecia, da forma mais tradicional possível:  pelos correios. Assim fizemos, mas não obtive nenhuma resposta. O resultado é completamente compreensível, provavelmente eu também o negaria, mas foi assim que comecei. Tenho vontade de voltar àquelas páginas – ainda tenho as cópias originais guardadas – e revisitar as histórias. De qualquer forma, concluo que o desejo pela escrita partiu do próprio exercício de escrever e me vendo em uma liberdade gigantesca de criar histórias só minhas, mundos só meus.

Você já consegue viver da escrita? Esse é um dos seus objetivos?

Primeiramente, devo admitir que hoje não vivo somente da escrita e ainda não sei ao certo se esse é o meu objetivo, mas reconheço que escrever é algo que eu desejo fazer para o resto da minha vida.

Na outra face, porém, revelo um Guerra professor e também gosto muito dessa minha versão. Estou prestes a me graduar em Licenciatura em Letras e já estou trabalhando na área da educação, então vejo um cenário que me impulsiona constantemente. Ainda nesse ambiente, me deparo com a miscelânea do olhar de um aluno em suas fases de aprendizagem, durante a produção dos primeiros versos de uma poesia ou das linhas de uma narrativa. Para mim, o “fazer literário” é uma outra face do “fazer ensinar”; afinal, o que é um bom livro senão uma conversa construtiva entre autor e leitor?

Como surgiu o romance “Maculado”?

Uau! Como é impressionantemente difícil responder a essa pergunta! O romance, que hoje é intitulado “Maculado”, nasceu há 5 anos. Vou revelar algo que pouquíssima gente sabe, mas o livro que será publicado em breve no Sweek é uma versão reescrita do original de 2013 – melhor, com toda certeza! A história me cativou desde as primeiras palavras que escrevi e foi esse amor ao texto que me fez voltar a reviver aquelas linhas, e, assim, reescrevê-lo. Mas vamos à origem!

Lembro-me que eu ainda era muito imaturo na escrita. Em 2012, eu queria escrever histórias medievais, sobre cavalarias e cruzadas, mas que tivesse um espaço autoral meu, logo, totalmente fictício. Passei meses cogitando essa ideia… Certo dia, enquanto voltava das compras, vi um homem com sua suposta cônjuge parados no estacionamento. Esse homem me iluminou ao Emanuel, que inicialmente se chamava William. Este homem do estacionamento tinha o corpo totalmente coberto por tatuagens e chamava atenção de longe; foi a partir daí que comecei a construir a pele de Emanuel e também a ideia de romance presente na trama. Acredito que observar o mundo real me deu oportunidades de começar a rabiscar o mundo ficcional de Coluna D’alvorada.

Inicialmente, todos os nomes dos personagens eram em língua inglesa, como o protagonista citado acima, e o sobrenome inicial da família era “Forew”. Quando eu reescrevi, senti a necessidade de me apropriar do espaço ficcional e dos personagens, então resolvi criar nomes na língua portuguesa para criar uma identificação maior com o leitor brasileiro.

O título da história foi outro item que me deu muita dor de cabeça. Simplesmente não me sentia seguro com nenhum deles. Na história inicial, em 2013, a história se chamava “O Honesto Cavaleiro” e depois “Pelos Olhos do Carrasco” – já pensando em um segundo momento da história. Mas ainda não estávamos lá. Por fim, pensei em algo minimalista, que fosse reduzido a uma palavra só, de impacto. A partir disso, concretizo “Maculado”, uma palavra tão forte semanticamente, que consegue exprimir todo o livro. Aquele que é manchado, marcado e também serve em oposição ao simbolismo do “imaculado”. Logo, penso que, em “Maculado”, encontramos não só Emanuel, mas todo o mundo que o cerca.

Quais são as principais características do seu texto?

Apresento em “Maculado” uma escrita quase que desafiadora [risos]. Hoje um dos meus ídolos é o escritor português José Saramago, principalmente sua obra gigantesca “Ensaio Sobre A Cegueira”. Encantado com seu estilo, eu tento reproduzir, de uma forma minha, uma escrita fluida, porém que abre mão das pontuações gramaticais que conhecemos na escola, como “Fala vem apenas depois de travessão”. Que convenção é essa, aliás? Eu vou provar para vocês – aliás, continuar provando – o que foi iniciado por muitos escritores antes de mim: que podemos retirar tudo isso do texto e, mesmo assim, compreender a obra sem problemas. E o resultado ainda é… INCRÍVEL.

De onde surgiu o interesse em publicar um livro em partes de forma online e gratuita? Qual é a importância disso para o seu trabalho?

Pensei em disponibilizar a história gratuitamente para alcançar o maior número de pessoas possíveis e conquistar as pessoas com “Maculado” assim como eu fui conquistado. Eu escolhi o Sweek, porque a equipe leu o projeto do livro e me acolheu de braços abertos! Além disso, sou muito entusiasta das tecnologias relacionadas a leitura e escrita.

Você pensa em dar continuidade a este trabalho?

Sim! Não tenho certeza se vou continuar a história com outros volumes, mas pretendo publicar de outras formas, dando molde a esse corpo progressivamente a partir das respostas dos leitores.

O que o Sweek representa para você neste momento da carreira?

Gostei bastante da proposta do Sweek desde que a plataforma chegou ao Brasil. Vi a oportunidade de uma outra ótica, além das outras plataformas de self-publishing. Quando pensamos juntos sobre essa publicação, vi uma grande oportunidade para o livro e para minha carreira como escritor, já que também vou ser jurado de concursos, como o SweekStars 2018.

Quais são seus planos para seu futuro como escritor?

Quanto aos planos mais próximos, eu devo revelar que estou participando de uma antologia incrível elaborada pela Editora Flyve. O livro foi intitulado “Quando Você se Foi” no prelo. Em planos mais futuros, vou continuar escrevendo narrativas, sejam elas romances ou crônicas, mas não me vejo preso a um gênero, como “Fantasia”, por exemplo. Acho a escrita laboratorial muito produtiva e já tenho algumas ideias!

Quais dicas você pode dar para as pessoas que estão começando a carreira como autor?

Infelizmente eu não tive esses momentos de conversa com outros escritores quando comecei, em 2010, então não sabia absolutamente nada sobre o mundo literário e sofri muito. Por isso, eu falaria para esse colega sobre a importância da conversa e do trabalho com outros autores. É incrível como fazer networking e ter uma rede de contatos auxilia o nosso trabalho e nos põe em um lugar de destaque diante das editoras. Além disso, diria também sobre a importância de publicação de livros por meios digitais. Tem dado muito certo e vale a pena!

Muitos autores pensam que não precisam se preocupar com o uso perfeito do português, porque podem contar com o trabalho dos revisores. O que você acha disso?

Eu acredito que o produto literário não é trabalho de apenas uma pessoa. Revisores, editores, diagramadores e vários outros profissionais são tão colaboradores de uma história quanto o escritor, então eu acredito em um trabalho de escrita (e de criação do livro) colaborativo – o que quebra a falsa ideia de que a história depende só do autor e que ele é a entidade soberana ao livro.

Erros gramaticais devem ser evitados, claro, mas retomo que, muitas vezes, estamos mais preocupados com plot twists, ambientação, tempo, personagens, profundidade psicológica etc do que com aspectos gramaticais. Daí, então, a importância de um bom revisor para a obra.   

Quando iniciará a publicação dos capítulos e qual será a dinâmica?

Estou me programando para começar as publicações no dia 6 de dezembro. Em 3 semanas, vou postar o segundo capítulo no dia 13 e o terceiro, no dia 20. Depois voltamos quinzenalmente a partir de 17 de janeiro. Não percam!

Saiba mais sobre o trabalho do Diego Guerra nos perfis abaixo.

April 25, 2018

Concurso de Poesia #PoemeSe

Chegou a hora do desafio literário mais esperado no Sweek! Estamos felizes em anunciar o #PoemeSe, nosso primeiro concurso voltado exclusivamente à poesia!

As inscrições estarão abertas por quase dois meses e cada participante poderá concorrer com quantas poesias desejar. Queremos conhecer a visão poética que você tem do mundo ao seu redor!

DURAÇÃO
Início: 25 de abril
Fim: 25 de junho, às 23:59 (CET)
Resultado: 15 de agosto

PARCERIA
É com muito orgulho que anunciamos como nossa parceira a loja virtual Poeme-se, que desenvolve produtos capazes de unir a beleza da poesia com o que existe de melhor nos mercados da moda e do design. Por meio dessa colaboração, os três primeiros colocados receberão um kit com items da Poeme-se!

PRÊMIOS
1º lugar:
• Camiseta literária personalizada com uma citação do seu poema
• Caneca “A Fabulosa Máquina de Fazer Versos”
• Porta-copos
• Botton “Amo Poesia”

2º lugar:
• Caneca “A Fabulosa Máquina de Fazer Versos”
• Porta-copos
• Botton

3º lugar: 
• Porta-copos
• Botton

História Mais Popular: receberá uma insígnia e terá sua obra adicionada à lista de “Destaques”.

Finalistas: receberão uma insígnia e terão seu poema incluído na seção “Destaques” do Sweek.

RESUMO
Prazo: 25 de junho.
Limite: entre 10 – 2 mil palavras.
Idiomas Participantes: inglês, espanhol, português, alemão, polonês, língua indonésia e holandês.
• Você pode publicar um único poema ou um livro de poesias desde que o número total de palavras não ultrapasse  2 mil.
• A obra não precisa ser inédita.
• Todos os gêneros literários serão aceitos desde que o formato seja poesia.

MEMBROS DO JÚRI 

CAROLINA SCALDELAI
Carolina acredita na poesia como transformadora de rotinas. Espalha-se no meio urbano por meio de versos que instigam a reflexão e pedem calma em meio à correria do dia a dia.

É autora da página no Facebook e do perfil no Instagram Poesia de Saturno, que reúne milhares de seguidores.

 

 

DIMITRI BR
Carioca de sangue paraense, Dimitri faz música, escreve e performa. Autor de Breviário da Sagrada Dúvida (2015) e OCUPA (2016), foi semifinalista do Prêmio Oceanos 2017 e participou das exposições Poesia Agora e Rejuvenesça: Poesia Expandida Hoje.

Em 2017, Dimitri estreou no Festival de Inverno do SESC com o espetáculo Aos Vivos. Compôs músicas para trilhas sonoras de teatro, cinema e novela, além de dezenas de canções e videocanções que podem ser conhecidas no diahum.com 
Seu álbum mais recente, Todos os Dias São Bons (2017), está no ar no YouTube, no iTunes e no Spotify.

Sweek: DimitriBR


 

GLEDSON VINÍCIUS
Suburbano nato, Gledson Vinícius é o cofundador da Poeme-se, empresa-verso que nasceu em 2010 para colocar a poesia em movimento. Também é pai de Olívia, publicitário por formação, pós-graduado em administração Pública, botafoguense por convicção e amante dos versos por necessidade.

 

 

JÔ FREITAS
É poeta, atriz, idealizadora do Sarau Pretas Peri e poeta residente do Sarau das Pretas. Por vir do teatro e da poesia, a artista nordestina, adotada por São Paulo, se denomina cenopoeta. Presente no universo performático, seu trabalho fala essencialmente da mulher, negra, nordestina e periférica. Participa de slams (batalha de poesia) e desenvolve oficinas de construção poética e cenopoesia.

 

 

JEY LEONARDO
Paraibano e autor do livro Talvez Não Seja Tarde (2016). Formado em Relações Públicas, ele viu sua vida mudar quando começou a registrar alguns pensamentos nas redes sociais. É autor do Instagram Escritos Meus, onde publica textos autorais e reúne mais de 400 mil seguidores.

Sweek: Jey_Leonardo

 

JÚNIOR FERREIRA
Leitor voraz desde a infância, Júnior escreve poesias e microcontos desde 2010. Participou de quatro antologias: Café com Poesia, Cavaleiros da Alma Poética, Poetizando a Rotina Sonhos, Lembranças e Desilusões. É apaixonado pelas palavras e acredita que escrever é uma forma de desvendar o mundo.

Sweek: junpdv

 

 

MÁRCIO RICARDO
Ele é autor do livro Felicidade Brasileira e foi vencedor por empate técnico do primeiro festival de Poesia da Cidade de São Paulo, em 2014, com a obra Conjunto de Ideias.

Além de rapper, oficineiro e poeta, Márcio é palestrante em escolas há 7 anos, porque acredita que podemos nos aproximar uns dos outros por meio de diálogo, leitura e criação. Seu trabalho pode ser encontrado no Spotify, no iTunes e no Deezer.

 

 

MARINA MAFRA
Acredita na magia dos livros e, guiada por esse sentimento, entendeu que queria mais do que apenas ler: precisava compartilhar com o mundo. No blog Resenhando por Marina, ela divulga os sonhos materializados dos autores e as mais diversas viagens que podem ser feitas sem sair do lugar.


 

POETA SEU ZÉ
Poeta cearense e paulistano de coração, reside em Suzano (SP), onde trabalha como educador e integra um coletivo que organiza mensalmente, o Sarau na Galeria. Tem poesias publicadas nas antologias Sobrenome Liberdade e O Que Dizem Os Umbigos (ambas produções independentes, 2013). Em 2016, lançou seu primeiro livro de poesia FALO. É autor do perfil no Instagram @poetaseuze, onde publica suas poesias diariamente.

 

 

VICTOR DE ABREU
Morador no Rio de Janeiro, tem 24 anos e desde os 15 é apaixonado pela literatura nacional. Seus escritores preferidos são Machado de Assis, Eça de Queiroz e Paulo Coelho. Em 2015, criou a página Beco do Poeta no Facebook, com o intuito de espalhar um pouco de amor nesse mundo tão conturbado.

 

 

THATA ALVES
Articuladora do Sarau da Ponte Pra Cá (Campo Limpo SP – Zona Sul) e autora do Livro de poesias “Em Reticências 2016” e do livro “Troca 2017”. Integrante do Sarau das Pretas.

 

 

COMO PARTICIPAR
Passo 1: Baixe o Sweek para Android, iOS ou use a plataforma pelo computador:
Site: https://sweek.com
Android: http://bit.ly/SweekforAndroid
iOS: http://bit.ly/SweekforiOS
Passo 2: Crie uma conta ou registre-se.
Passo 3: Submeta a sua história clicando em “Minhas histórias” e “Nova história”.
Passo 4: Insira a tag #PoemeSe.

REGRAS
Leia as regras com cuidado antes de participar!

1. Você precisa ter no mínimo 13 anos para participar; caso contrário, é preciso ter permissão dos responsáveis.
2. Para participar, sua obra deve ter a hashtag #PoemeSe na seção “Marcadores”.
3. O poema ou a coletânea deve conter no máximo 2.000 palavras. A coletânea será julgada por inteiro, como uma única obra. Se você deseja que seus poemas sejam julgados individualmente, publique-os separadamente.
4. Só serão aceitos poemas inscritos até o dia 25 de junho de 2018, às 23:59 CET (Central European Time).
5. Como se trata de um concurso de poesia, textos em prosa serão desqualificados.
6. Os poemas não precisam ser inéditos, você pode participar com obras publicadas anteriormente no Sweek, basta adicionar a tag #PoemeSe.
7. Não é necessário que os poemas sejam exclusivos, portanto é permitida a publicação em outras plataformas, revistas, blogs etc.
8. A participação é gratuita.
9. A obra deve seguir as Regras da Comunidade.
10. O texto deve ser de sua autoria. Será permitida a coautoria entre dois ou mais autores, porém a premiação será dividida.
11. Não há limite de poesias por autor, você poderá concorrer com quantas desejar desde que cada publicação siga as regras do concurso.
12. Você poderá modificar/editar sua obra até o prazo final para inscrições. Textos alterados após o prazo serão desqualificados.
13. O envio de spams no Sweek ou a falsificação de seguidores levará à desqualificação da obra.
14. Você pode publicar um único poema ou um livro de poesias desde que o número total de palavras não ultrapasse 2 mil.
15. Ao participar do concurso literário #PoemeSe, você concorda com todas as regras.


Siga este passo a passo para inserir tags!
1. Clique em “Minhas Histórias”.
2. Selecione a história que deseja editar.
3. Na faixa azul no topo da tela, ao lado do título “Painel de histórias”, você verá o menu de 3 pontos.
4. Clique nos 3 pontinhos brancos na vertical.
5. Em seguida, clique em “Editar dados da história”.
6. Você verá o campo “Marcadores” embaixo de “Categoria 1” e “Categoria 2”. Escreva #PoemeSe e pressione a tecla Enter. Sem a tecla Enter, a tag não será inserida!

Acompanhe o tutorial abaixo para criar sua história!
1. Clique em “Minhas Histórias”.
2. Clique em “Nova História” no canto superior direito.
3. Adicione o título da história, carregue a capa e crie uma breve descrição. Se não tiver nenhuma imagem, carregue a capa mais tarde.
4. Clique em “Capítulo sem título”, crie um título e escreva o conteúdo do seu primeiro capítulo.
5. Dê um toque na tela para ver a opção “Publicar capítulo”.
6. Depois, preencha os dados da história. Escolha o gênero da sua história em “Categoria 1” e “Categoria 2”.
7. Coloque a tag #PoemeSe em “Marcadores” e pressione a tecla Enter.
8. 
Escolha “Português” na opção “Idioma”.
9. Se todos puderem ler a história, marque como “Livre”. Se o conteúdo for impróprio para menores de idade, escolha a opção “Conteúdo Adulto”.
10. Se sua história estiver inacabada, marque “Em Andamento”. Se estiver concluída, marque “Finalizada”. No entanto, a história precisa estar finalizada para ser qualificada.
11. Escolha a opção de Direitos Autorais que desejar.

Boa sorte!
Confira os vencedores e finalistas do concurso!

VENCEDORES

“Eu, navega(dor)”, de Douglas Alencar de Vasconcelos
http://bit.ly/eunavegador

“Os Raios de Outro Sol Que Queimam”, de Ana Martins
http://bit.ly/raiosol

“Tu”, de Thamires Vieira
http://bit.ly/tutvieira

 

 

 

 

 

 

 

 

FINALISTAS

“A Menina dos Olhos Tristes”, de Êmilly Nascimento
http://bit.ly/olhostristes

“Aos Quases”, Luana Galoni
http://bit.ly/aosquases

“Aparências”, de Madu Bergamini
http://bit.ly/aparencias

“Autoprece”, de Jhonatan Mata
http://bit.ly/autoprece

“Choro Para Ser”, de Regiane Folter
http://bit.ly/choropser

“Crônica Suburbana”, de Amanda Fortini
http://bit.ly/csuburb

“Gestação”, de Bruna Baldez
http://bit.ly/gestac40

“Indócil”, de Guilherme Aniceto
http://bit.ly/indocil

“Marias do Sertão”, de Doutor Corujas
http://bit.ly/mariasertao

“O Caminho”, de Mariangela Ragassi
http://bit.ly/okminho

“O Estranho Que Por Aqui Passou”, de Marina Graciano
http://bit.ly/estranhopassou

“O Homem Invisível”, de Marla Moon
http://bit.ly/homeminv

“Poema a Ela”, de Íris Cavalcante
http://bit.ly/poemaela

“Poemas Incipientes”, de Thiago Reinert
http://bit.ly/poincipientes

“Poesia do Amor e da Morte”, de Raphael1213
http://bit.ly/amormorte

“Sombra”, de A. B. Lamarka
http://bit.ly/ablamarka

“Um Drink, Por Favor”, de Gabriela Cerqueira
http://bit.ly/1drinkpfvr

 

 

 

 

 

 

 

Parabéns a todos!